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Barefaced
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Mensagem por Barefaced » 08 set 2007, 03:13

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Internet
A maioria das pessoas concorda que a Internet apareceu na data em que foi criada a ARPANET, em 1969. Esta rede criou a primeira infra-estrutura global de comunicações e os respectivos protocolos.

A ARPANET tinha como objectivo principal servir a investigação e o desenvolvimento, sobretudo para o Departamento de Defesa dos Estados Unidos da América. Qualquer conteúdo ou comunicação de índole comercial era estritamente proibido naquela altura.

Durante a década de 1980, a ARPANET foi sendo ligada a outras redes de universidades e de grandes empresas, como a HP, para dinamizar ainda mais a I&D. Nos finais da década, a ARPANET deu por atingidos os seus objectivos e entregou à NSF a responsabilidade de manter e aumentar o backbone. A NSF desenvolveu a rede sobretudo nos EUA.

Os primeiros ISP - Internet Service Providers - começaram a aparecer na década de 1980 e começaram a dar acesso a empresas e particulares, sobretudo através de dial-up.

No início da década de 1990, a NSF começou a perder o controle sobre o backbone, à medida que operadores privados começaram a criar as suas próprias infra-estruturas. Foi nessa altura que as restrições à comercialização da Internet foram totalmente abolidas.

Desde 1969 surgiram várias aplicações para a Internet, cada vez mais amigáveis ao utilizador. Alguns exemplos:
- Gopher
- Veronica
- WAIS
- FTP

Outras formas de comunicação em rede também tiveram sucesso e fizeram os primórdios da Internet, como é o caso das BBS ou de serviços on-line como a Compuserve ou a AOL.

Na década de 1990, o aparecimento da World Wide Web, o desenvolvimento dos browsers, a diminuição de custos de acesso, o aumento de conteúdos, entre outros factores, fizeram com que a Internet tivesse um crescimento exponencial. Para entender o conceito do que vem a ser a Internet, a rede mundial de computadores, deve-se regressar às décadas de 1960 e 1970 para compreender como ela se tornou um dos meios de comunicação mais populares. Tudo surgiu no período em que a guerra fria pairava no ar entre as duas maiores potências da época, os Estados Unidos e a ex-União Soviética.

O governo norte-americano queria desenvolver um sistema para que seus computadores militares pudessem trocar informações entre si, de uma base militar para outra. Foi assim que surgiu então a ARPANET, o antecessor da Internet, um projecto iniciado pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos que realizou então a inter-ligação de computadores, através de um sistema conhecido como chaveamento de pacotes, que é um esquema de transmissão de dados em rede de computadores no qual as informações são divididas em pequenos “pacotes”, que por sua vez contém trecho dos dados, o endereço do destinatário e informações que permitiam a remontagem da mensagem original.

Este sistema garantia a integridade da informação caso uma das conexões da rede sofresse um ataque inimigo, pois o tráfego nela poderia ser automaticamente encaminhado para outras conexões. O curioso é que raramente a rede sofreu algum ataque inimigo. Em 1991, durante a Guerra do Golfo, certificou-se que esse sistema realmente funcionava, devido à dificuldade dos Estados Unidos para derrubar a rede de comando do Iraque, que usava o mesmo sistema.

O sucesso do sistema criado pela ARPANET foi tanto que as redes agora também eram voltadas para a área de pesquisas científicas das universidades. Com isso, a ARPANET começou a ter dificuldades em administrar todo este sistema, devido ao grande e crescente número de localidades universitárias contidas nela. Dividiu-se então este sistema em dois grupos, a MILNET, que possuía as localidades militares e a nova ARPANET, que possuía as localidades não militares. Um esquema técnico denominado Protocolo de Internet (Internet Protocol) permitia que o tráfego de informações fosse caminhado de uma rede para outra.

Todas as redes ligadas pelo endereço IP na Internet comunicam-se para que todas possam trocar mensagens. Através da National Science Foundation, o governo norte-americano investiu na criação de backbones (que significa espinha dorsal, em português), que são poderosos computadores ligados por linhas que tem a capacidade de dar vazão a grandes fluxos de dados, como canais de fibra óptica, elos de satélite e elos de transmissão por rádio. Além desses backbones, existem os criados por empresas particulares. A elas são ligadas redes menores, de forma mais ou menos anárquica. É basicamente isto que consiste a Internet, que não tem um dono específico.

O que hoje forma a Internet, começou em 1969 como a ARPANET, criada pela ARPA, sigla para Advanced Research Projects Agency, ou Agência de Pesquisa de Projectos Avançados, uma subdivisão do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Ela foi criada para a guerra, pois com essa rede promissora, os dados valiosos do governo daquele país estariam espalhados em vários lugares, ao invés de centralizados em apenas um servidor. Isso evitaria a perda desses dados no caso de, por exemplo, uma bomba explodisse no campus. Em seguida, ela foi usada inicialmente pelas universidades, onde os estudantes, poderiam trocar de forma ágil para a época, os resultados de seus estudos e pesquisas. Em Janeiro de 1983, a ARPANET mudou seu protocolo de NCP para TCP/IP. Em 1985 surge o FTP.

Contudo, a Internet como hoje conhecemos, com sua interactividade, como arcabouço de redes interligadas de computadores e seus conteúdos multimédia, só se tornou possível pela contribuição do cientista Tim Berners-Lee e ao CERN, Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire - Centro Europeu de Pesquisas Nucleares, que criaram a World Wide Web, inicialmente interligando sistemas de pesquisa científicas e mais tarde académicas, interligando universidades; a rede colectiva ganhou uma maior divulgação pública a partir dos anos 1990. Em Agosto de 1991, Berners-Lee publicou seu novo projecto para a World Wide Web, dois anos depois de começar a criar o HTML, o HTTP e as poucas primeiras páginas web no CERN, na Suíça. Em 1993 o navegador Mosaic 1.0 foi lançado, e no final de 1994 já havia interesse público na Internet. Em 1996 a palavra Internet já era de uso comum, principalmente nos países desenvolvidos, referindo-se na maioria das vezes a WWW.

Navegador (Browser)

Um navegador (também conhecido como web browser ou simplesmente browser, termos em inglês). O termo browser vem do verbo to browse: olhar páginas de um livro, revista, etc., sem um propósito em particular; olhar coisas numa loja sem intenção explícita de compra.) é um programa que habilita seus utilizadores a interagirem com documentos HTML (em linguagem de hiper texto) hospedados em um servidor Web, de acesso à Internet. É o tipo mais comummente usado de agente. A maior colecção interligada de documentos de hipertexto, dos quais os documentos HTML são uma substancial fracção, é conhecida como World Wide Web - a grande teia ou rede mundial de computadores.

Protocolos e padrões

Navegadores comunicam-se com servidores Web usando primariamente o protocolo de transferência de arquivos HTTP para recuperar páginas Web, que são por sua vez identificadas pela URL http:. O protocolo HTTP permite aos navegadores tanto recuperar como submeter informações para um servidor de Internet. O formato de arquivo que uma página usa é normalmente o HTML, sendo identificado no protocolo HTTP através de um indicador do seu tipo de conteúdo (content type) MIME.

A maioria dos navegadores suporta uma grande variedade de formatos em adição ao HTML, tais como JPEG, GIF e PNG para imagens, e também podem geralmente ser estendidos para suportar outros formatos através de plugins. Da mesma forma, muitos navegadores suportam vários outros tipos de URLs com seus protocolos correspondentes, tais como ftp: para FTP, gopher: para Gopher, https: para HTTPS (uma versão encriptada via SSL do HTTP). A combinação do tipo de conteúdo e da URL do protocolo de transferência de arquivos permite que desenvolvedores de páginas Web embutam imagens, animações, sons e vídeo nas mesmas, ou tornem tais conteúdos acessíveis através dessas páginas.

Os navegadores mais primitivos suportavam somente uma versão mais simples do HTML. O desenvolvimento rápido dos navegadores proprietários, porém, (veja As Guerras dos Navegadores) levou à criação de dialectos não-padronizados do HTML, causando problemas de interoperabilidade na Web. Navegadores mais modernos (tais como o Internet Explorer, Mozilla Firefox, Opera e Safari) suportam versões padronizadas das linguagens HTML e XHTML (começando com o HTML 4.01), e mostram páginas em uma maneira uniforme através das plataformas em que rodam.

Alguns dos navegadores mais populares incluem componentes adicionais para suportar Usenet e correspondência de e-mail através dos protocolos NNTP e SMTP, IMAP e POP respectivamente.
Um browser é essencialmente um programa que converte o código de hipertexto HTML para ambiente gráfico...

História

Tim Berners-Lee, que foi um dos pioneiros no uso do hipertexto como forma de compartilhar informações, criou o primeiro navegador, chamado WorldWideWeb, em 1990. Ele ainda o introduziu como ferramenta entre os seus colegas do CERN em Março de 1991. Desde então, o desenvolvimento dos navegadores tem sido intrinsecamente ligado ao desenvolvimento da própria Web.

A Web, entretanto, só explodiu realmente em popularidade com a introdução do NCSA Mosaic, que era um navegador gráfico (em oposição a navegadores de modo texto) rodando originalmente no Unix, mas que foi também portado para o Apple Macintosh e Microsoft Windows de seguida. A versão 1.0 do Mosaic foi lançada em Setembro de 1993. Marc Andreesen, o líder do projecto Mosaic na NCSA, demitiu-se para formar a companhia que seria conhecida mais tarde como Netscape Communications Corporation.

A Netscape lançou o seu produto líder Navigator em Outubro de 1994, e este tornou-se o mais popular navegador no ano seguinte. A Microsoft, que até então havia ignorado a Internet, entrou na disputa com o seu Internet Explorer, comprado às pressas da Splyglass Inc. Isso marcou o começo da Guerra dos Browsers, que foi a luta pelo mercado dessas aplicações entre a gigante Microsoft e a companhia menor largamente responsável pela popularização da Web, a Netscape.

Essa disputa colocou a Web nas mãos de milhões de utilizadores ordinários do PC, mas também mostrou como a comercialização da Web podia arruinar os esforços de padronização. Tanto a Microsoft como a Netscape deliberadamente incluíram extensões proprietárias ao HTML em seus produtos, e tentaram ganhar superioridade no mercado através dessa diferenciação. A disputa terminou em 1998 quando ficou claro que a tendência no declínio do domínio de mercado por parte da Netscape era irreversível. Isso aconteceu, em parte, pelas acções da Microsoft no sentido de integrar o seu navegador com o sistema operacional e o empacotamento do mesmo com outros produtos por meio de acordos OEM; a companhia acabou enfrentando uma batalha legal em função das regras antitruste do mercado norte-americano.

A Netscape respondeu libertando o seu produto como código aberto, criando o Mozilla. O efeito foi simplesmente acelerar o declínio da companhia, por causa de problemas com o desenvolvimento do novo produto. A companhia acabou comprada pela AOL no fim de 1998. O Mozilla, desde então, evoluiu para uma poderosa suite de produtos Web com uma pequena mas firme parcela do mercado.

O Opera, um navegador rápido e pequeno, popular principalmente em computadores portáteis e em alguns países da Europa, foi lançado em 1996 e permanece um produto de nicho no mercado de navegadores para os computadores pessoais ou PCs.

O Lynx Browser permanece popular em certos mercados devido à sua natureza completamente textual.

Apesar do mercado para o Macintosh ter sido tradicionalmente dominado pelo Internet Explorer e pelo Netscape Navigator, o futuro parece pertencer ao próprio navegador da Apple, o Safari, que é baseado no mecanismo de renderização KHTML, parte do navegador de código aberto Konqueror. O Safari é o navegador padrão do Mac OS X.

Em 2003, a Microsoft anunciou que o Internet Explorer não seria mais disponibilizado como um produto separado, mas seria parte da evolução da plataforma Windows, e que nenhuma versão nova para o Macintosh seria criada.

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Os primeiros navegadores

o WorldWideWeb - por Tim Berners-Lee em 1990 para NeXTSTEP.
o libwww - por Tim Berners-Lee e Jean-Francois Groff em 1991.
o Line-mode - por Nicola Pellow em 1991. Funcionava em modo texto e foi portado para uma série de plataformas do Unix ao DOS.
o Erwise - por um grupo de estudantes da Universidade de Tecnologia de Helsinki em 1992.
o Viola, por Pei Wei, para Unix em 1992.
o Midas - por Tony Johnson em 1992 para Unix.
o Samba - por Robert Cailliau para Macintosh.
o Mosaic - por Marc Andreessen e Eric Bina em 1993 para Unix. Aleks Totic desenvolveu uma versão para Macintosh alguns meses depois.
o Arena - por Dave Raggett em 1993.
o Lynx - o Lynx sugiu na Universidade de Kansas como um navegador hypertexto independente da web. O estudante Lou Montulli adicionou a o recurso de acesso via TCP-IP na versão 2.0 lançada em Março de 1993.
o Cello - por Tom Bruce em 1993 para PC.
o Opera - por pesquisadores da empresa de telecomunicações norueguesa Telenor em 1994. No ano seguinte, dois pesquisadores, Jon Stephenson von Tetzchner e Geir Ivarsøy, deixaram a empresa e fundaram a Opera Software.
o Internet in a box - pela O'Reilly and Associates em Janeiro de 1994.
o Navipress - pela Navisoft em fevereiro 1994 para PC e Macintosh.
o Netscape - pela Nestcape em outubro de 1994.
o Internet Explorer - pela Microsoft em 23 de agosto de 1995.
o Mozilla Firefox - pela Mozilla Foundation com ajuda de centenas de colaboradores em 9 de Novembro de 2004.

A Web e características dos navegadores

Diferentes navegadores podem ser distinguidos entre si pelas características que apresentam. Navegadores modernos e páginas Web criadas mais recentemente tendem a utilizar muitas técnicas que não existiam nos primórdios da Web. Como notado anteriormente, as disputas entre os navegadores causaram uma rápida e caótica expansão dos próprios navegadores e padrões da World Wide Web. A lista a seguir apresenta alguns desses elementos e características:

ActiveX
Bloqueio de anúncios
Preenchimento automático de URLs e dados de formulário
Bookmarks (marcações) para manter uma lista de locais frequentemente visitados.
Suporte a CSS
Suporte a cookies, que permitem que uma página ou conjunto de página rastreie usuários
Cache de conteúdo Web
Certificados digitais
Gerenciamento de downloads
DHTML e XML
Imagens embutidas usando formatos gráficos como GIF, PNG, JPEG e SVG
Flash
Favicons
Fontes, (tamanho, cor e propriedades)
Formulários para a submissão de informações
Frames
Histórico de visitas
HTTPS
Integração com outras aplicações
Navegação offline
Applets Java
JavaScript para conteúdo dinâmico
Plugins
Gerenciamento de sessões
Tabbed browsing
tabelas

O Opera possui um modo especial de visualização chamado "Small-Screen Rendering", que permite a reformatação de páginas para caber em uma tela pequena como a de um telefone, eliminando assim a necessidade de barras horizontais para a visualização do conteúdo.

Segurança

Com o crescimento e as inovações das técnicas de invasões e infecções que existem na Internet, torna-se cada vez mais necessária segurança nos navegadores. Actualmente eles são "obrigados" a possuir protecções contra scripts maliciosos, entre outros conteúdos maliciosos que possam existir em páginas web a que tenham tido acesso. Actualmente o Mozilla Firefox é considerado o navegador mais seguro.carece de fontes Ele possui um interruptor de scripts, caso eles venham a atrapalhar a sua navegação ou caso sejam maliciosos, bem como uma protecção contra páginas web falsas que ocasionem ataques do tipo phishing.

A segurança dos navegadores gera disputa entre eles em busca de mais segurança. Sua protecção tem que ser sempre actualizada, pois com o passar do tempo, surgem cada vez mais novas técnicas para burlar os sistemas de segurança dos navegadores.


Navegadores por Parcela de Mercado

Segundo dados da NetApplications mostram que o Internet Explorer, da Microsoft, foi o que mais perdeu terreno, mas mesmo assim terminou o mês de Dezembo de 2005 com uma participação de mercado de 85,5%. Em Dezembro de 2004, tinha 90,31%. O Mozilla Firefox, por sua vez, tinha 4,64% de participação de mercado em Dezembro de 2004 e atingiu 9,57% em Dezembro do ano passado (2005):

Microsoft Internet Explorer 85,5%
Mozilla Firefox 9,57%
Safari 3,07%
Netscape Navigator 1,24%
Opera 0.55%

Segundo dados da XiTi (francesa), se considerarmos apenas os países europeus, a percentagem de utilizadores que utiliza Mozilla Firefox sobe para 20,10 % dos utilizadores. Na Finlândia, a parcela de utilizadores que utilizam Mozilla Firefox chega a 38,4 %. Considerando o mundo todo, essa percentagem cai para 13,09 %. Isso foi constatado em Janeiro de 2006 por uma pesquisa realizada em 32,9 milhões de sítios auditados pela XiTi.

Segundo a OneStat, os dados são estes (Novembro, 2005):

Microsoft Internet Explorer = 85.45 %
Mozilla Firefox = 11.51 %
Apple Safari = 1.75 %
Netscape Navigator = 0.26 %
Opera = 0.77 %

Existem casos isolados, como o portal O'Reilly, que relata uma mudança considerável dos seus utilizadores. Os dados do 1º semestre de 2004 são comparados com os dados do 1º semestre de 2005:

1º semestre de 2005:

Microsoft Internet Explorer: 54.66%
Mozilla Firefox: 35.08%
Apple Safari: 3.85%
Mozilla Firefox 1.7: 2.70%
Netscape Navigator: 1.26%

1º semestre de 2004:

Microsoft Internet Explorer: 75.53%
Netscape Navigator: 19.89%
Apple Safari: 3.48%
Outros: 3.10%


Ver Também

História da Internet
Lista de browsers
Segurança de navegadores
Aplicações baseadas em navegadores
Acessibilidade
Micro-navegadores
Motor de layout

Ligações Externas

Linha de tempo dos navegadores (1993-2001)
evolt.org - Arquivo de navegadores
Deja Vu: (re-)criando a história da Internet
História dos navegadores
iCapture ”“ "emulador" do Safari
Web History - Browsers


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Última edição por Barefaced em 09 nov 2007, 01:49, editado 1 vez no total.
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